Mais prazo
Vale recordar que após o acidente em que vazou o produto químico, em 2008, a Superintendência Regional do Trabalho fez sua inspeção e impôs à Corsan uma série de medidas de controle e monitoramento. A companhia pede um prazo maior para implementar as providências (que incluem obras de engenharia), além dos 120 dias fixados pela SRT.
Nova reunião
O diretor técnico Eduardo Carvalho deixou para avaliação do Sindicato e dos trabalhadores documentos especificando as iniciativas que a Corsan se
propõe a adotar. Mas foi enfático ao afirmar que a companhia não irá se cadastrar como empresa que manuseia benzeno, nem emitirá as CATs aos trabalhadores, que por mais de uma semana ficaram expostos ao produto, nas instalações da estação de tratamento mantida pela Corsan no Pólo Petroquímico. Com isso, contraria as próprias Normas de Licença de Saúde da Corsan. A direção do SINDIÁGUA irá aprofundar o debate com os trabalhadores do Sitel e anunciar uma posição na próxima semana.